O aniversário d'aquele que humildemente se refere a si próprio como O Único Verdadeiro Deus Vivo festejar-se-á esta noite da seguinte forma:
Poesia às Quintas – com Miguel Martins – 6ª
sessão – Bar a Barraca – 22 de Novembro – 22.30h – entrada
livre
22
de Novembro, dia de Santa Cecília, padroeira da música. O ano é 1969. Um menino
nasce. Seu nome? Miguel Martins. Por muitos (ou, pelo menos, por si próprio)
considerado o novo Cristo, o profeta, o guru, o basbaque, o banana,
enfim.
No dia em que se cumprem as suas 43 primaveras (e 29 anos desde que perdeu a virgindade, às mãos de um bombeiro do Sarzedelo), Miguel, entre outros poemas, partilhará connosco o seu primeiro livro, “Seis poemas para uma morte”, o qual, ainda hoje, 17 anos volvidos sobre a sua publicação, e para vergonha da cooperação cultural luso-brasileira, continua à espera de ser vertido para o formato samba-enredo, não obstante o suposto interesse de nomes que vão de Villa-Lobos a Nelson Ned.
Miguel, que se acompanhará à melódica, terá a seu lado, desenhando, com o furor tão característico dos artistas plásticos Jeovás, a brilhante e escultural Ana Tecedeiro, acerca de quem a revista norte-americana “Watercolour” afirmou: “C’um caneco!”.
No final, a obra produzida será leiloada, com uma base de licitação do tempo da outra senhora.
Quem não aparecer passará o Natal a comer filhós com o Isaltino.
No dia em que se cumprem as suas 43 primaveras (e 29 anos desde que perdeu a virgindade, às mãos de um bombeiro do Sarzedelo), Miguel, entre outros poemas, partilhará connosco o seu primeiro livro, “Seis poemas para uma morte”, o qual, ainda hoje, 17 anos volvidos sobre a sua publicação, e para vergonha da cooperação cultural luso-brasileira, continua à espera de ser vertido para o formato samba-enredo, não obstante o suposto interesse de nomes que vão de Villa-Lobos a Nelson Ned.
Miguel, que se acompanhará à melódica, terá a seu lado, desenhando, com o furor tão característico dos artistas plásticos Jeovás, a brilhante e escultural Ana Tecedeiro, acerca de quem a revista norte-americana “Watercolour” afirmou: “C’um caneco!”.
No final, a obra produzida será leiloada, com uma base de licitação do tempo da outra senhora.
Quem não aparecer passará o Natal a comer filhós com o Isaltino.
Cumpre-nos desejar as maiores felicidades ao ilustre poeta.

1 comentário:
Comer filhós com o Isaltino, como vão as coisa, em 2013, será a única opção para comer alguma coisa.
Ob-la-di
http://www.youtube.com/watch?v=i6BKhvhSehc
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